Colecciones arqueológicas musealizadas y gestión en el MAnA-UFU
posibilidades de interpretaciones, apropiaciones, resignificaciones en el diálogo con las historias, identidades, alteridades y etnicidades Indígenas regionales
DOI:
https://doi.org/10.24885/sab.v34i1.849Palabras clave:
colecciones de museos, resignificaciones, Historia IndígenaResumen
Los acervos arqueológicos resultantes de los rescates realizados en los años 80-90 en la cuenca del río Araguari, Minas Gerais, se constituyen en una expresiva colección que no ha recibido tratamiento y destino adecuados. Un gran esfuerzo colectivo está permitiendo, sin embargo, la realización de algunas reflexiones de esta colección en relación con un trabajo transdisciplinario para la constitución del MAnA-UFU. Para ilustrar ese esfuerzo, en este artículo el ejercicio será de, por un lado, comparar parte de ese material con fuentes documentales; y, por otro, señalar los posibles diálogos y apropiaciones de colecciones musealizadas por las poblaciones indígenas actuales. Si este intento tiene éxito, abrirá posibilidades de investigación, gestión y custodia de este acervo en la perspectiva de los diálogos, en un movimiento que genera elementos y sentimientos de pertenencia.
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